Ontem, passei a manhã a enxertar oliveiras. Sete oliveirinhas já da minha altura, mas que dão uma azeitona muito miúda e quase só caroço. Enxertei-as de galega. Umas vezes de cócoras, outras curvado, cheguei ao almoço bem maçado!
Tão dorido por um trabalho aparentemente leve, lembrei-me de uma história passada com o meu o primo Jaime Nicolau, grande agricultor de fim de semana. Durante o processo de transformar a sua propriedade do Casal da Fraga no brinquinho que está hoje, foi contratando enxertadores para as mais diversas espécies de árvores. Quando chegou às videiras bravas, não conseguiu ninguém para lhe fazer o serviço: cada enxertador era especialista na enxertia de uma dada espécie, mas nenhum de videiras. Teve de ser ele a fazer o serviço e então percebeu a coisa: é duro andar curvado e de joelhos na terra húmida!
J
de contactar consigo sobre o seu eventual apoio a uma carta à Câmara sobre a reconstrução do castelo, na sequência da devastação que ali ocorreu. Agradeço que me envie J seu endereço de e-mail, para eu lhe enviar o material. O meu e-mail: teodoroprata@gmail.com

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