Quem amanhã for à romaria da Senhora da Orada pelo caminho que vem do Caldeira para as Quintas, vai avistá-la na zona entre o pinheiro manso e o cruzamento do Cabeço do Pisco. Nalguns locais é mesmo a única presença viva, no meio de caules calcinados que ficaram do fogo do ano passado.
Não sei o seu nome, mas tem tanto frágil como de delicadeza e beleza.
José Teodoro Prata
Nota: Chama-se coruba-brava, segundo informação da Sara Varanda postada no facebook.

Um comentário:
É brava, mas bem linda. E uma resistente!
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