Penso que a todos já aconteceu terem de fazer uma viagem entre São Vicente e Alcains, ou vice-versa, atrás de um camião com água da Fonte da Fraga. Comigo já sucedeu duas vezes.
Os camiões têm de constantemente ir para o meio da estrada para se desviarem dos ramos das árvores que aliás são eles que vão podando, pois à sua passagem caem sempre folhas e ramos.
Penso que esse é o maior perigo para a nossa segurança, condutores de ligeiros e pesados, incluindo os camionistas que transportam a água, perigo a que se referia alguém numa das publicações anteriores sobre o assunto.
Já estive para ir à Câmara colocar o problema, mas penso que devo deixar essa tarefa/obrigação a quem foi eleito para representar os vicentinos (eu nem voto em São Vicente, nem em nenhuma das povoações servidas pela estrada).
A foto é da saída da ponte sobre a Ocreza, em frente ao entroncamento para Cafede.
José Teodoro Prata
Um comentário:
Que sorte, só duas vezes! A quem aqui mora acontece com muita frequência, principalmente se temos o azar de apanhar algum motorista que se acha o dono da estrada.
Vim há pouco de Castelo Branco e conduzi vários quilómetros com um camião encostadinho a mim (olhem uma formiga à frente dum elefante!). Vinha com tanto medo que em Tinalhas parei para o deixar passar.
O Reconquista de 27 de junho deu a notícia do enorme investimento do novo dono na Fonte da Fraga, pelos vistos muito aplaudido pelo executivo da Câmara e da Junta de São Vicente (parece que com os votos contra da oposição, que, paradoxalmente, será maioritariamente do PS, mas como não estive presente, não posso dizê-lo com certeza). O mesmo jornal não anunciou qualquer medida prevista para minimizar os efeitos desse investimento junto das populações, porque não acharão importante e porque sabem que nós nos calamos a tudo (vejam lá se o inglês, que se sentiu incomodado com o barulho, não se pôs a caminho a ver o que se passava…).
ML Ferreira
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