segunda-feira, 3 de agosto de 2015

Casamentos, 1817

CASAMENTOS, 1817
Paróquia de Nossa Senhora da Assunção
São Vicente da Beira

- Apenas 7 casamentos!

1
Noivos: Manoel Antunes e Joanna Maria, solteiros
Pais do noivo: Joaõ Antunes, dos Pereiros, São Vicente da Beira, e Maria Manoela, do Mourelo, São Vicente da Beira
Pais da noiva: Joze Alves, de Lavacolhos, e Jozefa Figueira, dos Pereiros, São Vicente da Beira
Data: 01/01/1817

2
Noivos: Manoel Alves e Anna Joaquina, solteiros
Pais do noivo: Joaõ Patricio e Rita Antonia de Jezus, de São Vicente da Beira
Pais da noiva: Agostinho Fernandes e Maria Joaquina, de São Vicente da Beira
Data: 12/02/1817

3
Noivos: Bento Lopes, viúvo, e Maria Genoveva, solteira
Pais do noivo: viúvo de Joanna Marques, de São Vicente da Beira
Pais da noiva: Joaõ Peres Franco e Maria Genoveva, de São Vicente da Beira
Data: 23/04/1817

4
Noivos: Antonio Fernandes, viúvo, e Antonia Maria de Oliveira, solteira
Pais do noivo: viúvo de Maria Jordoa, ele da Partida e ela do Casal do Monte do Surdo, São Vicente da Beira
Pais da noiva: Domingos Vas Rapozo e Ignes de Oliveira, de São Vicente da Beira
Data: 21/05/1817

5
Noivos: Joaõ Gonçalves e Maria Jacinta, solteiros
Pais do noivo: Manoel Gonçalves Santinho, do Sobral do Campo, e Jozefa Bernarda, de São Vicente da Beira
Pais da noiva: Jacinto Antunes, de São Vicente da Beira, e Izabel Leitoa, da Paradanta, São Vicente da Beira
Data: 05/06/1817

6
Noivos: Antonio Rodrigues e Francisca Freire, solteiros
Pais do noivo: Antonio Rodrigues, de Penamacor, e Jozefa Rita, da Partida, São Vicente da Beira
Pais da noiva: Matheus Antunes, do Ingarnal, Almaceda, e Maria Freire, da Partida, São Vicente da Beira
Data: 23/07/1817

7
Noivos: Antonio Fernandes e Anna Maria Figueira, solteiros
Pais do noivo: Joze Fernandes Pedro e Maria Gomes, Enxabarda, Castelejo
Pais da noiva: Joze Alvres e Jozefa Figueira, dos Pereiros, São Vicente da Beira
Data: 28/08/1817

José Teodoro Prata

2 comentários:

Unknown disse...

Olá José,

Tenho acompanhado com muito interesse estes registos paroquias que aqui têm sido divulgados e anseio sempre pelos seguintes, em particular nos referentes aos que não se encontram online. Ultimamente tenho sido uma delicia contar com tantas actualizações... Queria apenas fazer uma correcção relativamente ao casamento n. 4. António Fernandes (Freire) casou inicialmente em 1813 com Maria Jordão. Esta faleceu em 1816 deixando um bebé de apenas seis meses. António Fernandes voltou a casar com Antónia de Oliveira, casamento n.º 4, casal este da qual eu descendo. Assim o nome do pai do noivo não é "viuvo de Maria Jordão", uma vez que este é o próprio noivo. Os nomes dos pais dele não constam do registo mas sabemos que o pai era António Fernandes e Maria Martins da Partida.

Mais um caso em que 6 meses apenas sobre a morte da mulher, um homen volta a casar. Será que os filhos pequenos exigiam encontrar uma mãe para os filhos com rapidez. O facto de ser uma família abastada para a época facilitaram este novo enlace? Não havia um período minimode luto que se devia guardar na época?

Uma vez mais muito obrigada pelo seu execelente traablho

José Teodoro Prata disse...

Cristina:
Não há engano na forma como apresento os dados, mas apenas porque o faço conscientemente: sigo um mesmo modelo para apresentação de todos os registos de casamento; mas o problema é que nem sempre tenho dados dos pais do noivo ou da noiva; então, nesse espaço, coloco a informação que o registo me dá, seja ela qual for; por vezes fica um pouco sem sentido, como o caso que refere, mas fico à espera que os leitores percebam. É que alterar o modelo para cada situação anormal (e há tantas) leva tempo e não acho que seja positivo, embora a compreenda.

Um homem precisava de uma mulher para lhe cuidar da casa e dos filhos. Se ainda hoje muitos homens não se sabem desenrascar sem uma mulher a tratar deles, imagine como seria há 200 anos!
Parece que 6 meses chegavam para fazer o luto, e não só nos homens! A minha bisavó Maria Castanheira também só ficou alguns meses viúva antes de casar pela 3.ª vez! E acho que isto nada tem a ver com o amor ou falta dele, mas com o sentido prático da vida. No passado, perante tantas carências, as pessoas tinham de se unir (no seio da família alargada, pelo casamento, vizinhança, relações patrões/ empregados...) para sobreviver.