segunda-feira, 19 de março de 2018

Dia da poesia

O Dia Mundial da Poesia é na próxima quarta-feira, mas nós já o celebrámos.
A récita ocorreu ontem, domingo, na Igreja da Misericórdia, sob a batuta do Adelino Costa,
apoiado pela Junta, Filarmónica e Misericórdia.
Recitámos poesia de mais de duas dezenas dos nossos poetas populares, 
a maioria dita pelos próprios autores ou seus familiares.
O tema comum era a nossa terra, São Vicente da Beira. 
Foi bonito e haverá mais!









  




Fotos de Ana Jerónimo, Filipa Teodoro e João Craveiro
José Teodoro Prata

4 comentários:

Anônimo disse...

Deve ter sido maravilhoso...
E tão importante como dedicar este tempo às musas, insisto, é o facto de as pessoas saírem de casa e passarem uns bons momentos juntos.
O Adelino (nosso Pierre) está de parabéns como chefe de orquestra.
FB

celeste conceição rodrigues rebordão - Licenciatura em Serviço Social - Técnica Superior de Serviço Social e Formadora disse...

...e foram momentos que ficam. E se ficam é porque são importantes, não apenas pelas palavras sobre a nossa terra e as nossas gentes (o olhar e o sentir do que já foi e do que é e o desejo do que será), mas por, de alguma forma, todos os presentes se unirem num mesmo sentir, o ser vicentino e também recordar quem já partiu mas que, pela palavra, continua "presente" e o seu sentir torna-se eterno. E vi muitas emoções nos rostos: alegria e tristeza, risos e lágrimas, saudosismo, reencontros... Dão-nos tanta felicidade os reencontros. Espero que estas iniciativas continuem porque nos fazem tanta falta...
Obrigada a todos, organizadores e poetas do sentir.

M. L. Ferreira disse...

Numa altura em que já quase só nos encontramos nas missas e nos velórios, estavam a fazer falta iniciativas como a deste domingo.
E foi bonito; e parece que a maior dificuldade foi escolher os poemas e os poetas (que os há muitos e bons na nossa terra), mas os que agora ficaram na gaveta não perdem pela demora...
Parabéns ao Adelino!

M. L. Ferreira

José Barroso disse...

Um momento de poesia é sempre um momento de elevação. Deve ter sido muito bom! Tenho pena de não ter estado para ouvir e sentir o bater do pulso poético da nossa gente, pelo que escrevem, inspirados na musa. Esperemos que se repitam estes encontros por mais vezes. Um agradecimento aos roganizadores pelo seu trabalho e aos poetas pela sua habilidade, generosidade e, decerto, algum talento.
Abraços.
JB