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sexta-feira, 24 de março de 2017

Balcão da CGD em São Vicente

O Jornal RECONQUISTA deste fim de semana traz duas notícias sobre o anunciado fecho do balcão da Caixa Geral de Depósitos na nossa terra: a tomada de posição das juntas de freguesia da zona, enviada à direção da Caixa, com entrevista ao Vítor Louro, e a carta de algumas pessoas sobre o mesmo assunto. O jornal refere ainda um folheto anónimo que por estes dias tem circulado em São Vicente, mas não o reproduz.


José Teodoro Prata

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Alunos em visita de estudo

Visita de estudo à rádio Castelo Branco e ao jornal Reconquista





No dia 20 de abril de 2016, fomos a Castelo Branco visitar a rádio Castelo Branco e o jornal Reconquista.
Quando chegámos a Castelo Branco, lanchámos. De seguida, o nosso grupo formado pelo 1.º e 2.º anos foi visitar a rádio. Uma menina muito simpática mostrou-nos a sala de redação, a discoteca e o estúdio, onde se fazem as emissões em direto e onde estava o locutor que se chamava Ricardo. As paredes do estúdio e da discoteca eram de esponja para o som não se ouvir cá fora.
O Ricardo também era muito simpático, falava ao microfone e punha músicas. Quando entrámos entrevistou-nos, o Vasco e a Sofia falaram em direto e no final, cantamos uma canção.
Enquanto o grupo do 3.º e 4.º anos visitava a rádio, fomos conhecer o mercado e o parque infantil.
A seguir, fomos de autocarro até ao Parque da cidade, onde almoçámos e brincámos.
Depois do almoço, às 2 horas da tarde, fomos visitar o jornal Reconquista. O jornalista José Furtado mostrou-nos máquinas antigas, explicou-nos como se escrevem as notícias (em colunas), como se compõem as notícias e as fotografias no computador. De seguida são impressas numa chapa de metal, que é colocada na rotativa. Nessa máquina é colocado um rolo de papel reciclado de 500 quilos, que vai passando pelas chapas e o jornal vai sendo impresso. Depois são cortados e colocados em pilhas. Outra máquina dobra-os e embala-os em plásticos.
Por fim, são organizados por destinos, colocadas etiquetas com o nome e a morada dos assinantes e enviados pelo correio para todas as partes do mundo. Outros são vendidos em quiosques ou papelarias.
Gostámos muito desta visita de estudo e aprendemos como funciona a rádio e como se fazem os jornais.

EBI de São Vicente da Beira, Turma A - 1.º e 2.º anos (Texto coletivo)

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

A resina no Museu


Vai ser inaugurada domingo, dia 6 de Fevereiro, no Museu de Francisco Tavares Proença Júnior, em Castelo Branco, a exposição “A Campanha da Resina”, sobre o ciclo de produção da resina, concebida por Paulo Santiago e organizada e produzida pelo Centro Ciência Viva da Floresta, em colaboração com a Câmara Municipal de Proença-a-Nova. Na cerimónia de inauguração, às 16H00, actua o rancho folclórico “Os Resineiros”, de Corgas, do concelho de Proença-a-Nova.
A mostra, que estará patente até dia 27 de Fevereiro, inclui painéis descritivos de todo o ciclo produtivo, um filme, vestuário e alfaias utilizadas pelos resineiros e até troncos de árvore mostrando como eram feitas as incisões (feridas) e colocados os canecos de barro.
Refira-se que, há meio século, o distrito de Castelo Branco produzia um décimo do total de resina entrada nas fábricas de destilação em Portugal e gerava uma receita anual calculada, à época, em 17 mil contos de réis. A resina natural é obtida por exsudação da árvore a partir de sucessivas incisões no lenho, de forma a fazê-la sangrar. Os resineiros trabalhavam em grupo para os produtores de resina, que lhes pagavam à jorna e simultaneamente pagavam aos donos dos pinhais o número de incisões exploradas.

Fonte: Jornal Reconquista online, 4 de Fevereiro de 2011.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Ocaia



Chamamos à nossa serra Gardunha ou Guardunha.
A palavra terá tido origem na época da invasão árabe, a seguir a 711, quando as populações do campo, sobretudo da capital Idanha-a-Velha, se refugiaram na serra mais próxima, fugidas da investida dos conquistadores muçulmanos.
A serra tornou-se, por longo período, o esconderijo daqueles que recusavam o domínio sarraceno. Por isso lhe chamavam a Guarda de Idanha, expressão que originou o actual termo Guardunha ou Gardunha.

Mas nem sempre se chamou assim. Havia um outro nome mais antigo.
O foral de 1195, que criou o concelho de S. Vicente da Beira, ao definir os limites do território, estabeleceu: ...et quomodo uerit acquam de ocaya ad (?) et deinde ad portelam sancti Vincencii. (...depois, segue pela água de Ocaia até (?) e vai até à Portela de São Vicente.)
O investigador Joaquim Candeias da Silva acrescentou, recentemente, mais informação a esta questão. Em artigo de 25 de Fevereiro de 2010, publicado no jornal Reconquista, informou, a propósito da Póvoa de Rio de Moinhos:
Com efeito, o enquadramento da freguesia no termo de S. Vicente da Beira d´Ocaia (como outrora se dizia), ao sul da Guardunha...

O maior curso de água da serra da Gardunha chama-se Ocreza e nasce acima do Casal da Serra. O termo Ocreza parece derivar de Ocaia.

Ocaia ou Gardunha, uma mesma serra que separa o país montanhoso do sul mais plano.